Audi A4 commercial 2009

Alta do preço de carros importados dos EUA deve chegar ao país em três meses

Globo.com/G1

Os consumidores brasileiros de veículos importados devem sentir o preço da retaliação do governo aos Estados Unidos daqui a três meses, de acordo com a Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores (Abeiva).

A entidade ressalta que a alteração dependerá das datas das encomendas e dos estoques de cada importadora. No entanto, os produtos sob a nova alíquota de importação devem chegar entre 60 e 90 dias após a retaliação entrar em vigor, previsto para o dia 8 de abril.

O conjunto de retaliações foi autorizado pela Organização Mundial do Comércio (OMC) ao final de um processo que condenou a política de subsídios dos Estados Unidos ao setor algodoeiro. De acordo com a medida, a alíquota de importação de automóveis e motocicletas oriundos do país passou de 35% para 50% sobre o preço do produto, enquanto o imposto para pneus passou de 16% para 32%.

“Esses carros representam de 13% a 14% do negócio no Brasil, mas para os EUA a fração é minúscula, de 0,3%. Se é pra retaliar, então que faça com produtos que realmente afetem a economia deles. Para eles, 500 unidades não é nada”, explicou ao G1 o presidente da Abeiva e representante da BMW no país, Jörg Henning Dornbusch. Segundo ele, as marcas mais prejudicadas com a medida são BMW e Chrysler.

Como as importadoras trabalham com volume menor de veículos elas devem ser mais prejudicadas do que as fabricantes instaladas no Brasil. De acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), em 2008, 371,3 mil veículos foram importados pelo Brasil. Desse volume, 3.098 são oriundos dos Estados Unidos, sendo 441 unidades de automóveis, 2.657 de comerciais leves. A entidade ainda não contabilizou os dados de 2009.

Dornbusch teme que os clientes comecem a cancelar as encomendas, por causa dos preços elevados.

De acordo com a Fundação Procon-SP, quando há reserva de um produto, a empresa deve cumprir o que está estabelecido no pedido. Se o preço estabelecido na oferta não for cumprido, mesmo em função de um aumento de imposto, o consumidor pode cancelar o pedido. Neste caso, se alguma quantia tenha sido adiantada, a empresa é obrigada a devolver o valor.

“Ainda nesta semana vamos conversar novamente com o governo. Já havíamos argumentado que isso prejudica só o mercado brasileiro”, afirmou Dornbusch.

Impacto

Na opinião do diretor da consultoria Megadealer Auto Management, José Rinaldo Caporal Filho, a retaliação sobre os veículos americanos não deverá impactar fortemente os dois mercados. “O Brasil importa pouco carro dos Estados Unidos, então não haverá grande impacto”, explica Caporal ao G1. Sobre uma possível reação do país em relação à postura brasileira, o consultor também não enxerga riscos aos negócios do setor. “Os modelos que fabricamos aqui pouco são vendidos lá”, ressalta Caporal.

Apesar de sofrer menos impacto, as empresas no país receberam a notícia também como algo prejudicial. A Anfavea afirma que, a priori a inclusão dos automóveis na lista preocupa. “A Anfavea defende soluções sem reflexos negativos para o setor automotivo. Porém, há um prazo de 30 dias para o início da retaliação e nesse período espera-se que possam ocorrer negociações que venham a alterar essa situação, viabilizando outras soluções possíveis, minimizando o impacto no comércio bilateral”, declarou a entidade em nota à imprensa.

Antes da decisão do governo, no início do mês, o presidente de operações internacionais da General Motors, Tim Lee, havia afirmado que se o Brasil incluísse veículos na lista, iria prejudicar os dois países e não somente os Estados Unidos. O aumento do imposto inviabilizará a importação de modelos previstos para o mercado brasileiro, como os Chevrolet Malibu e Cruze.

A Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos (Anip) afirmou que não falará sobre o assunto.

Efeito após 30 dias

De acordo com o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), Miguel Jorge, a relação só terá efeito após 30 dias de sua divulgação e que, neste período, o Brasil aguardará uma manifestação do governo dos Estados Unidos. “Acreditamos que o melhor caminho é o da negociação”, ressaltou Jorge na última sexta-feira (5).

Em visita ao Brasil na última semana, a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, afirmou ao ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, que “nos próximos dias” uma missão americana deverá iniciar as negociações com o governo brasileiro e que a intenção é resolver o impasse de forma “pacífica”.
Fonte: Globo.com/G1 | www.g1.globo.com

Fiat é multada em R$ 3,2 milhões e terá de fazer recall do Stilo

Estadão.com/Agência Estado

O Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC) do Ministério da Justiça multou em R$ 3 milhões a montadora Fiat por um problema nos veículos do modelo Stilo. Um parecer técnico do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) constatou um defeito no conjunto do cubo da roda dos veículos deste modelo, que pode se romper e provocar a soltura da roda. A multa, que é o maior valor previsto no Código de Defesa do Consumidor, foi aplicada porque a Fiat negou a existência do defeito e não realizou recall dos veículos, colocando em risco a segurança dos consumidores.

O processo administrativo contra a Fiat foi instalado pelo DPDC em junho de 2008. Segundo o Ministério da Justiça, foram noticiados cerca de 30 acidentes envolvendo desprendimento da roda entre 2007 e 2008, com veículos fabricados entre 2004 e 2008. Dentre os casos analisados, oito tinham de indícios de defeito. Não houve, no entanto, acidentes envolvendo veículos com freios ABS.

A montadora, segundo o DPDC, se manifestou no processo 13 vezes, inclusive com a apresentação de laudos técnicos, e afirmou categoricamente que não havia defeito. Por isso, também se recusou a fazer um recall dos veículos. A montadora alegou que o desprendimento das rodas era consequência dos acidentes.

Um grupo técnico do Ministério Público Estadual de São Paulo, Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) e Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) elaborou um parecer apontando indícios de defeito, mas o laudo não foi conclusivo. Então, foi solicitado um parecer do Denatran, responsável por controlar e fiscalizar o padrão de segurança dos veículos vendidos no mercado. O órgão concluiu que havia defeito de fabricação e indicou a necessidade de recall nos modelos Stilo fabricados após abril de 2004, com substituição dos cubos das rodas traseiras por cubos fabricados em aço forjado.

O DPDC informou que ainda fará uma avaliação sobre a responsabilidade penal da empresa. Os proprietários do Stilo devem procurar imediatamente a empresa e, caso se sintam lesados, devem entrar em contato com os órgãos integrantes do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor para pedir a reparação de eventuais danos.

Fonte: O Estado de S. Paulo | www.estadao.com.br

Ford lança Transit Chassi e almeja maior participação

Automotive Business

O objetivo da Ford Caminhões é claro: aumentar a participação no mercado brasileiro com a chegada de novos produtos. Para não perder espaço em um setor muito competitivo, o diretor de Operações de Caminhões para a América Latina da Ford, Oswaldo Jardim, apresentou nesta terça-feira, 9, em São Paulo, o Transit Chassi, modelo que amplia a linha de vans e furgões da montadora.

A Ford projeta que 300 a 350 unidades do novo modelo sejam comercializadas em 2010. Jardim não quis revelar o preço do novo produto, que chega à rede de distribuidores no início de abril. “O preço será descoberto pelo cliente na rede. Não queremos que um preço inicial faça o concorrente fazer loucuras no mercado”, explicou o executivo.

A expectativa com o lançamento é atingir 14% de participação da categoria, que não conta com os modelos menos equipados e com capacidade inferior. A Iveco é líder nesse segmento, com 74,7% de share contabilizado em 2009.

Características

O Transit Chassi possui motor Durator 2.4 que utiliza o Euro 3, mas que poderá atender o Euro 5 com pequenas adaptações. O veículo conta com controle eletrônico de estabilidade (ESP), integrado ao motor e ao ABS. Outro diferencial é o sistema de partida em rampa (HLA), que impede que o veículo deslize para trás em subidas.

Entre itens para a comodidade e conforto estão o vidro e retrovisores elétricos, rádio CD-player com controle no volante, código antifurto e entrada de áudio auxiliar. O único item opcional é o ar condicionado.

Oswaldo Jardim ressaltou que, em breve, o mercado brasileiro receberá um caminhão leito da Ford, que deverá ser o próximo lançamento da montadora.

Mercado

O executivo da Ford estima um mercado interno de 124 a 130 mil caminhões este ano. Jardim lembrou que o volume de vendas no primeiro bimestre do ano não caminhou como o esperado, devido a problemas de liberação do crédito do Finame. “Em março os pagamentos dos financiamentos já estão resolvidos, agora resta a questão de novos financiamentos”, salientou o executivo.

Em 2009, a Ford anunciou investimento de R$ 370 milhões em sua divisão de caminhões no período de 2010 a 2013. O diretor da Ford ressaltou que os investimentos deverão ocorrer equilibradamente durante os quatro anos e novos produtos serão o foco.
Fonte: Automotive Business | www.automotivebusiness.com.br

Artecola aumenta sua participação no controle da MVC

ShopTrans

O Grupo Artecola, uma das mais importantes companhias de adesivos e laminados especiais da América Latina, adquiriu mais 10% do capital social da MVC, líder brasileira na produção de soluções em plásticos de engenharia para diversos setores. Controladora desde novembro de 2008, a empresa passa a ter 64%, permanecendo a Marcopolo com os restantes 36%.

Segundo Gilmar Lima, diretor-geral da MVC, no contrato firmado em 2008, a Artecola deveria adquirir mais 6% do capital no início de 2010. “Além de seguir o acordo, a controladora fez questão de exercer a opção existente no contrato firmado naquela época, adquirindo outros 4% do capital social da MVC. Isso faz parte do planejamento estratégico e permitirá que continuemos a crescer nos próximos anos. Mesmo com a crise econômica mundial, a MVC registrou crescimento de 9% em seus negócios e fechou o ano de 2009 com faturamento bruto de R$ 116 milhões”, destaca o executivo.

Líder brasileira na produção de componentes plásticos para diversos setores, a MVC conquistou, em 2009, novos clientes, como a Mercedes-Benz, Iveco, CNH, Comil, Denso, Guerra e TAC (Tecnologia Automotiva Catarinense) para equipar o recém-lançado jipe Stark, no setor automotivo, e conseguiu a homologação da Caixa Econômica Federal para o sistema construtivo CasaPrática. Com a aprovação do projeto, a CasaPrática também pode atender a crescente demanda do “Programa Minha Casa, Minha Vida”, do Governo Federal.

A expectativa da MVC para 2010 é aumentar cerca de 30% o faturamento bruto e atingir R$ 148 milhões. A empresa deverá investir em soluções de revestimentos internos para linha automotiva, utilizando termoplásticos reforçados com fibras naturais e também com fibras de vidro. O objetivo é elevar em 23% a participação de novos produtos na receita total.

“Esta ampliação da participação da Artecola na MVC é uma clara demonstração da satisfação dos dois acionistas (Artecola e Marcopolo) com o acordo firmado no final de 2008. Unindo as competências e complementaridade dos nossos dois Grupos, estamos tornando a MVC uma empresa ainda melhor, com soluções e tecnologias mais abrangentes para os clientes, além de ampliar muito as oportunidades de crescimento da companhia!” informa Eduardo Kunst, Presidente da Artecola.

Fonte: ShopTrans | http://www.shoptrans.com.br

Carro zero tem segunda alta no ano

Automotive Business

Levantamento da Agência Auto Informe indica que os preços de carros novos tiveram alta de 0,15% em fevereiro. É o segundo aumento do ano, que já acumula expansão de 0,55%. O motivo para a escalada é a proximidade do fim da redução no IPI, que está em 3% para carros com motor flex até 1.0 e volta a ser 7% a partir de 31 de março.

Das 42 marcas vendidas no mercado interno, apenas oito aumentaram os preços. Os carros das outras 38 marcas tiveram queda em fevereiro.

A única das grandes montadoras a apresentar alta foi a Ford, com mais 3,16%. A chegada da linha 2011 do EcoSport com novos preços, no início de fevereiro, foi a maior responsável pela evolução.

As marcas que tiverem os maiores aumentos foram Troller, com mais 4,43%, e a Agrale, com 4,07%. As maiores quedas foram nos preços da Iveco, com redução de 2,87%, e da Kia, com baixa de 1,61%.

Fonte: Automotive Business | www.automotivebusiness.com.br

Toyota traz neste mês para o Brasil novo motor flex para o Corolla

Globo.com/G1

A Toyota anunciou que vai trazer para a linha Corolla no Brasil o motor 2.0 Dual VVT-i Flex, que funciona à álcool e à gasolina em qualquer proporção. O motor deve ser introduzido na linha ainda este mês.

De acordo com a montadora, esse motor, que, por enquanto, será exclusivo para o Brasil, possui melhor aceleração e tem maior rendimento de combustível que o da geração anterior.

“Nesses tempos em que se pensa na substituição gradativa do uso de petróleo e se discute qual fonte de combustível renovável será mais a difundida no futuro, todo esforço em pesquisa relacionada a novas alternativas é válida”, afirmou, em nota, Luiz Carlos Andrade Junior, vice-presidente sênior da Toyota Mercosul.
Fonte: Globo.com/G1 | www.g1.globo.com

Pagamento da última parcela do IPVA começa hoje

Diário do Grande ABC

O pagamento da terceira parcela do IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) 2010 começa hoje (10/3) para os proprietários de veículos com placas final 1. Segundo a Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo, o pagamento segue até o próximo dia 23, quando termina o prazo para carros de placa final 0.

Além disso, os proprietários de caminhões que quiserem efetuar o pagamento do imposto em três cotas poderão pagar a primeira parcela já neste mês. Em março, o calendário de pagamentos da primeira parcela é igual ao calendário de outros tipos de veículos. As demais parcelas, no caso de caminhões, vencem em junho e setembro.

De acordo com a Fazenda, não houve alteração de alíquotas em relação ao valor venal (valor de mercado), que serve de base para o cálculo do IPVA 2010. Carros a gasolina recolhem 4% sobre o valor apurado durante de setembro de 2009. Carros a álcool e gás recolhem 3%; bicombustível, 4%; picape cabine dupla, 4%; utilitários (cabine simples), ônibus, microônibus, tratores e motocicletas, 2%; caminhões, 1,5%. Veículos com mais de 20 anos de fabricação estão isentos do tributo.

Em março, o proprietário que optou pelo parcelamento do IPVA de 2010 em três vezes e quitou as duas primeiras parcelas, poderá, na data de vencimento da última parcela, efetuar o Licenciamento Antecipado. Nesse caso, deve pagar a taxa para a emissão do documento de licenciamento, as multas que porventura recaiam sobre o veículo e a tarifa para envio do documento pelo correio.
Fonte: Diario do Grande ABC | http://www.dgabc.com.br/2010/

Peugeot revela sua nova picape Hoggar

nterpress Motor

A Peugeot revelou o nome e as primeiras imagens de sua picape baseada no 207 brasileiro. Segundo a marca, a Hoggar alia robustez e confiança de uma picape com o design e o dinamismo que distinguem os produtos Peugeot. O modelo traz a maior caçamba do segmento – 742 kg (1.151 litros).

O nome Hoggar, herdado de um carro-conceito da marca (assim como o nome Escapade), evoca um universo que alia força, resistência e ação. O veículo será feito em Porto Real (RJ), onde já são produzidos os modelos 207, 207 Passion, 207 SW e Escapade, além de modelos Citroën (C3 e Xsara Picasso).

Com o modelo, a marca francesa tem a ambição de conquistar 10% de participação no segmento de picapes pequenas, que inclui Fiat Strada, Volkswagen Saveiro, Chevrolet Montana e Ford Courier. A Hoggar será lançada no dia 15 de maio, em três versões de acabamento e duas motorizações flex: 1.4 e 1.6.

Fonte: Interpress Motor | http://www2.uol.com.br/interpressmotor/

Vendas de veículos na China desaceleram, mas mantêm alta ante 2009

Agência Estado/Dow Jones

As vendas de veículos aumentaram 46,3% na China em fevereiro na comparação com igual mês do ano passado, para 1,21 milhão de unidades. O resultado representa uma forte desaceleração em relação a janeiro, quando as vendas somaram 1,66 milhão de unidades, mais que o dobro do volume de janeiro de 2009. Em novembro e dezembro, as vendas haviam crescido mais de 90% na comparação anual, segundo a associação que reúne as montadoras do país.

No ano passado, a China tornou-se o maior mercado automotivo do mundo, superando os EUA, com um crescimento de 46,2% das vendas. Boa parte desse desempenho resultou do corte à metade, para 5%, do imposto sobre a compra de veículos com motor 1.6 ou abaixo disso. A medida foi anunciada em janeiro do ano passado. Também em 2009, o governo chinês criou subsídios para estimular a compra de veículos em áreas rurais e de modelos menos poluidores.

Essas políticas continuaram este ano, mas com modificações. O imposto sobre a compra de carros de motor 1.6 ou abaixo disso passou para 7,5%, ainda aquém da taxa normal de 10%. Observadores do setor estimam que as vendas este ano vão crescer de 10% a 15%.
Fonte: Agencia estado | www.aeinvestimentos.limao.com.br

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